As portas do elevador se fecharam com um som suave demais para chamar atenção.
O painel acendeu. Um número subiu. Depois outro.
Valentina encostou as costas no espelho, soltando o ar devagar. O barulho distante do baile desapareceu por completo, substituído por um silêncio limpo, fechado, quase confortável.
Foi então que as luzes piscaram.
Uma vez. Duas.
O elevador deu um pequeno solavanco seco — e parou.
Valentina franziu a testa no mesmo instante.
— O que foi isso?
Rafael olhou para o painel