Rose ainda estava tentando recuperar o ar. O encontro inesperado com Martin havia abalado cada fibra do seu corpo.
Anos haviam se passado, mas a lembrança do medo voltou viva, crua, como uma ferida que nunca cicatrizou.
Ela caminhou até a varanda do quarto tentando respirar, o coração disparado.
— Respira, Rose… — murmurou para si mesma — Ele não pode mais te ferir.
Mas o corpo dela tremia — não de medo, e sim de raiva.
Passos firmes soaram atrás dela.
Frank se aproximou devagar, observando-