Rose acordou cedo naquela manhã.O sol frio da Alemanha atravessava as cortinas pesadas do quarto, se espreguiçando já pensando dividida entre lembranças e planos. A frase de Martin ainda ecoava em sua cabeça como uma música insistente:
“Só vamos transar quando você quiser. Não sou Frank. Não vou forçar nada.”
No início, essas palavras pareceram libertadoras, até gentis. Mas, à medida que as repetia mentalmente, Rose se dava conta de que representavam um desafio. Se com Frank tudo havia sido int