Três dias se passaram e Rosália permanece trancada no seu quarto, como se o mundo inteiro tivesse desaparecido para ela e eu não a visito. Sinto um peso estranho que me paralisa, um nó na garganta que não cessa, e ainda assim não cruzo a porta para encontrá-la. Em vez disso, mando Ana, minha governanta e pessoa mais próxima, colher pequenos fragmentos da sua rotina. Quero saber tudo, qualquer detalhe que revele um pouco da alma dela aprisionada ali dentro.
Ana me responde mecanicamente, como s