Ao longo das duas semanas seguintes, Rosália e eu encontramos um ritmo confortável, quase silencioso, construído dia após dia. Os especialistas vêm à casa diariamente para trabalhar com ela na reabilitação e, a cada nova manhã, há pequenas vitórias que se acumulam. Ela já anda sozinha. Come sozinha. Cuida da nossa filha Rayane sempre que pode, teimosa, determinada, provando para si mesma e para todos ao redor que continua inteira, capaz, presente.
Eu nunca duvidei disso sequer por um segundo.
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