Ontem à noite ainda pulsa em mim como uma lembrança quente demais para ignorar. No meu seio parcialmente exposto, a pele sensível, o corpo inteiro em alerta.
— Não? Ele pergunta, a voz baixa, antes de abaixar a cabeça e passar a língua devagar sobre o meu mamilo. A sensação explode, direta, sem aviso, uma corrente que desce até o meu c******s, deixando tudo frouxo, carente, faminto. É assim entre nós. Um desejo quase primitivo, desarmado, perigoso.
— Não respondo, mesmo quando sinto o aperto de