Eu juro que, naquele instante, eu não era só uma mulher com raiva. Eu era uma bomba-relógio prestes a explodir. Quando eu gritei que ela não merecia o nome Bonanno, a minha garganta queimou, como se eu tivesse cuspido fogo. Minhas mãos tremiam enquanto Rosália tentava se equilibrar, arranhando meus dedos numa tentativa patética de se soltar. Quanto mais ela arranhava, mais eu sentia a fúria subindo pelo meu peito. Naquele momento, eu realmente senti que ela não merecia carregar nada meu. Nem o