A exaustão me atinge como um caminhão desgovernado no exato segundo em que passo pelos portões da mansão. É aquele tipo de cansaço que não vem só do corpo — vem da alma, da cabeça, do coração que já apanhou demais para continuar batendo como se nada tivesse acontecido. Eu sinto o peso disso tudo nos meus ossos, como se cada passo estivesse arrancando um pedaço de mim.
A nova facada que levei da minha própria irmã ainda está queimando. Uma ferida aberta, latejando, lembrando que ninguém, absolut