O cheiro dele ainda está ao meu redor, impregnado no ar como se quisesse me lembrar de que eu ainda estou aqui, viva. Eu inspiro devagar, tentando puxar um pouco de calma, mas quando viro a cabeça… ah, Deus. A dor bate tão forte que meu corpo reage sozinho, soltando aquele assobio involuntário de quem tenta ser forte e não consegue.
— Shh… calma. Relaxa. Luciano murmura, a voz baixa, dedos passando pelo meu rosto com uma delicadeza que me desmonta por dentro.
— Ela vai ficar bem. Só está com d