O ar dentro do meu escritório estava impregnado com o cheiro metálico de uma guerra que acabara de ser declarada. Eu não andava; eu rondava o espaço como um animal enjaulado, sentindo o sangue martelar contra as minhas têmporas em um ritmo selvagem. As palavras de Francesca ainda ecoavam, cada sílaba uma estocada no que restava da minha sanidade. Domenico Bianchi não queria apenas o poder; ele queria o futuro da minha filha. Ele queria leiloar a inocência de Caterina para um velho decrépito com