O som da carne sendo esmagada já não parecia mais real. Era apenas um eco opaco e abafado nas paredes daquele quarto decrépito, um ritmo mecânico que ditava o compasso exato da minha própria fúria. Meus nós dos dedos colidiam repetidamente contra o osso já desfigurado daquele maldito, mas a dor nas minhas mãos era completamente anestesiada pela descarga brutal e violenta de adrenaline que corria nas minhas veias. Eu queria destruí-lo. Queria arrancar, pedaço por pedaço, a existência do homem qu