Suiane e Barbara entraram no elevador em silêncio. A tensão entre elas era palpável, pesada como o ar parado na pequena cabine. Barbara encarava o painel numérico, seus olhos fixos nos números que ascendiam lentamente, como se neles estivesse a resposta para seus problemas. Suiane, por outro lado, observava a amiga com preocupação, buscando as palavras certas para confortá-la, mas sem encontrá-las. O silêncio só era quebrado pelo leve zumbido do elevador descendo.
Ao chegarem ao térreo, as por