A luz alaranjada da tarde filtrava-se por entre as árvores quando Camélia se despediu de Tânia com um aceno. O corpo doía em lugares que ela nem sabia nomear, mas a alma... a alma vibrava. Treinar com Tânia era como ser moldada a ferro e fogo, difícil, mas necessário.
Ela caminhou de volta com passos lentos, tentando absorver tudo que ouvira e sentira. A clareira, o suor, os golpes, os conselhos. “Não vão te dar nada fácil.” As palavras de Tânia ainda ecoavam dentro dela. E, de alguma forma, Ca