Quando a tia de Catarina chegou com a filha, o jantar foi servido. Entre risos, conversas e histórias, ninguém ousou tocar no passado, apenas falaram sobre os planos para o futuro, como se o tempo tivesse decidido lhes dar uma nova chance.
Quando a noite chegou ao fim, Henri se despediu de todos com cordialidade. Catarina o acompanhou até a porta, com o coração leve, ainda encantada com o rumo inesperado daquele dia.
— Hoje foi um dia magnífico — disse ela, com um sorriso doce, enquanto ele acariciava seu rosto.
— Eu prometo que farei com que todos os dias que virão sejam assim — respondeu.
— Henri… — ela hesitou, mas ele a encorajou.
— Pode falar.
— Promete que não vai mudar de ideia quanto a nós? — pediu, com os olhos marejados de emoção.
Compreendendo o medo que ainda habitava o coração dela, ele se aproximou mais, fitando-a profundamente.
— Eu te juro, Catarina. Nunca mais vamos nos separar. Tudo o que quero é ficar ao seu lado, para sempre.
Ela sorriu, aliviada.
— Quando nos vere