Na manhã seguinte, como havia prometido, Henri foi até a casa de Catarina para buscá-la. Assim que o viu parado à porta, o rosto dela se iluminou, havia algo de reconfortante em perceber que ele cumpriu realmente o que disse. No caminho para o resort, o silêncio entre eles não era incômodo; era leve, tranquilo. Henri dirigia com uma das mãos, enquanto a outra permanecia entrelaçada à dela, e de vez em quando, ele lhe fazia um leve carinho com o polegar, como quem quisesse reafirmar, sem palavras, o quanto era bom tê-la de volta.
Quando chegaram ao Cabanna Resort, foram direto para a sala dele. Mas, antes mesmo de entrarem, encontraram Tom à porta, como se já os aguardasse. Ao vê-los de mãos dadas, o sócio engoliu em seco, já que a vergonha pesava sobre seus ombros, mas ele sabia que precisava enfrentar as consequências de seus atos.
— Catarina, posso conversar com você por um minuto? — perguntou, mantendo o tom respeitoso, embora sua voz denunciasse o nervosismo.
O olhar dela, firme e