LARA
Quando entramos na casa, Dorian pede que eu fique na sala. David já está lá, sentado com o laptop aberto sobre a mesa de centro. Ao lado dele, o celular da minha mãe.
Meu estômago revira.
— Encontrei algumas coisas — ele diz, direto, sem rodeios. — As conversas foram apagadas do histórico principal. Mas o backup estava automático no e-mail dela. Levei um tempo para acessar, mas... consegui.
Assinto. Me sento. Minhas mãos estão frias, e nem o toque de Dorian no meu ombro é capaz de aquecê-l