Quando a porta se abriu e Sebastian entrou, senti como se todo o peso que eu carregava tivesse se tornado ainda mais pesado. Ele me olhou apenas por um segundo antes de perceber que havia algo errado. Eu estava de pé, no meio da sala, com o celular na mão e as palavras presas na garganta.
— Isa? — ele se aproximou rápido, com o cenho franzido. — O que aconteceu?
Tentei responder, mas a voz não saía de forma linear. A língua parecia presa, enrolada, e tudo o que consegui foi um emaranhado