Isadora
A casa está silenciosa, tão silenciosa que chego a ouvir o tique-taque insistente do relógio na sala de estar, misturado ao zumbido suave da geladeira na cozinha. Já é tarde da noite, e Sebastian ainda não voltou. A cada minuto que passa, o peso da ausência dele cresce dentro de mim, tomando o ar, os pensamentos, tudo.
Já liguei para o celular mais vezes do que gostaria de admitir, mas ele não atende. A chamada cai na caixa postal, e minha ansiedade só aumenta. Verifico a localiza