Sebastian
Bart está sentado no sofá da sala do hospital, o corpo jogado pra trás, os cotovelos apoiados nos joelhos e o olhar perdido em algum ponto do chão. Eu fico de pé, encostado na parede, com os braços cruzados e a cabeça latejando. Ainda sinto o cheiro de desinfetante no ar, e o bip constante dos monitores dos outros quartos parece ecoar dentro da minha cabeça.
— Você acha que o Kaisen sobreviveu? — pergunto, sem conseguir conter o peso na voz.
Bart demora alguns segundos pra res