Mundo de ficçãoIniciar sessão
Antes de organizar novamente esta história, quero esclarecer que os erros ortográficos ocorreram porque eu a escrevi quando tinha apenas 12 anos. Ou seja, já faz bastante tempo!
Como muitas pessoas gostaram e pediram para que eu continuasse a escrever, resolvi atender aos pedidos e continuar a escrevê-lo Primeiro, vou organizar tudo o que já foi postado e, depois, concluir a publicação do restante da história — incluindo o segundo livro. Para quem não sabe, este foi o meu primeiro livro, e eu amei imaginar cada momento dele! Mas o livro oficial da minha história se chama “Sonho de Uma Realidade”, o qual escrevia diariamente. Agora, boa leitura para vocês, pessoal! 💫 ★★★★★★★★★★★★★★★★ Meu nome é Bella Melissa, mas sou mais conhecida como Bel. Tenho 16 anos, sou branquinha, tenho cabelos ruivos e olhos azuis. Moro com minha prima Fernanda, de 17 anos, e com o namorado dela, Luiz, de 20. Vejo meus pais apenas nos finais de semana; ou seja, passo a maior parte do tempo com a minha prima — quer dizer, na escola, que ocupa a maior parte do meu dia. Quero ser médica e estou me esforçando ao máximo para realizar esse sonho. Não penso muito em namorar; para falar a verdade, nunca senti amor por ninguém. Às vezes penso que esse sentimento chamado amor é apenas uma criação da sociedade para deixar as pessoas com medo de ficarem sozinhas! Enfim. Já são 6h50, e estou pronta para ir ao colégio. Desci, peguei uma maçã e, quando estava saindo, escutei os gritos da minha prima. — Bel, me espera, prima! — gritou Nanda. — Vamos, Nanda, já estou atrasada! — respondi. — Como sempre, certinha… querendo ser a mais responsável da turma. — É isso mesmo! Diferente de você, eu me preocupo com o meu futuro. — Tá bom, Bel, entendi. Pronto, agora podemos ir. — Podemos… Ao chegar à escola, já tinham preparado as coisas no auditório. Pois hoje é um dos grandes dias do famoso evento Palestra das Profissões— em especial, de acordo com alguns boatos, quem vai palestrar hoje é um médico. As primeiras aulas foram normais. No intervalo, desci para ajudar no refeitório. Por enquanto, estava trabalhando na escola, pois o dinheiro dos meus pais só dava para comprar o essencial para o dia a dia, além de ser uma boa forma de ocupar o tempo. Luna é minha melhor amiga. Ela também me ajuda no refeitório, embora passe mais tempo com o namorado do que trabalhando. Quando o intervalo acabou, todos estavam se organizando para assistir à palestra. Enquanto isso, eu fiquei limpando o pátio. — Bel, você não vai ver a palestra? — perguntou Luna. — Vou sim, Lu! Só vou terminar de limpar isso e daqui a pouco vou lá. 😄 — Tudo bem, Bel. A gente vai guardar o teu lugar! — Tá bem, Luna, obrigada! 2º Capítulo Coloquei os fones de ouvido e comecei a limpar o pátio, ainda tinha tempo até a hora da palestra. Deixei o balde ao meu lado e continuei limpando, distraída. Quando olhei a hora, percebi que estava atrasada. Fui logo tirando o avental, e corri para o auditório. Na metade do caminho lembrei-me do balde e voltei correndo para pegá-lo. Quando estava retornando, acabei tropeçando em alguém. O impacto acabou me desequilibrando e quando estava prestes a cair no chão, alguém me puxou com firmeza, levando-me a ficar mais perto do seu corpo. Por alguns segundos senti a sua respiração acelerada, no momento em que fiquei de pé, soltei meu braço e me afastei. Pelo jaleco, devia ser o médico. Ele era lindo: cabelos pretos, olhos castanhos… e forte. Ah, fisicamente ele me lembrou aquele ator da série The Vampire Diaries. Humm, tão lindo que parecia sobrenatural! Era o médico, me encarando com o seu olhar fixo, avaliando mentalmente se eu estava bem. — Você está bem? — Ah… ah… tô bem, obrigada! — respondi ofegante, meio sem jeito. — Me perdoa. A culpa foi minha, estava apresado e acabei não a vendo, quase te fiz cair de costas no chão. — Nada não. Já estou acostumada… sou um pouco desastrada — e, pelo visto, agora estou virando invisível também. Ele deu uma risada de canto, o que me deixou com as bochechas em um tom vermelho claro, mostrando o quanto estava envergonhada pela situação. — Então, pelo o que estou vendo está tudo bem com você, melhor eu ir. Quem sabe a gente não se encontra na palestra? — disse, dando uma piscada antes de sair, o que só me deixou ainda mais vermelha.






