As mãos dele descem cada vez mais.
Não faço menção de impedir. A parte teimosa terá que lidar com o ego ferido depois. Por ora, meu ser mais primitivo quer ser devorado.
Suas garras rasgam o manto de lã robusto que cobria minha túnica de forma impaciente. Meus ombros ficam expostos, mas não sinto frio. Apenas o calor ardente.
O corpo dele se pressiona contra o meu. O torso nu emanando calor e exalando um odor que provoca cada vez mais meus sentidos.
Algo duro me cutuca, dentro dos trapos impr