Era início da tarde e o sol filtrado pelas cortinas finas deixava a sala de descanso com cara de preguiça.
O ambiente, um dos poucos cômodos da mansão destinados ao uso livre dos funcionários, era pequeno, com um sofá encostado à parede, duas poltronas de tecido surrado e uma estante com livros antigos e jogos de tabuleiro que ninguém ousava tocar.
Francine estava ali sem pressa, no seu dia de folga, deitada no sofá com uma almofada improvisada sob a cabeça e o celular em mãos.
O som da notif