Os dias seguintes passaram como se alguém tivesse apertado o botão de velocidade x2 na vida de Malu.
Francine apareceu no apartamento dela várias vezes durante a semana.
Na terça-feira Francine chegou por volta das dez, de vestido branco, cabelo preso num coque elegante e uma fome que nem ela explicava.
— Amiga, pelo amor de Deus, você tem alguma coisa pra comer? — ela perguntou entrando já olhando em volta. — Eu tô morrendo. MORRENDO.
Malu estranhou.
— Você não tomou café?
— Não, o exame tinha