Na manhã seguinte, antes mesmo do sol se firmar no céu, Francine mandou mensagem:
“To indo fazer os exames. Depois vou tirar o dia pra descansar. Médico mandou.”
Malu respondeu ainda deitada, a cabeça enfiada no travesseiro:
“Vai descansar mesmo, hein. Sem se fazer de teimosa.”
Com Francine ocupada e supostamente repousando, Malu decidiu fazer algo que estava adiando desde que chegou de viagem: faxina pesada.
Colocou um short jeans confortável, daqueles que mostravam mais perna do que escondiam, e um cropped de frente única com amarração no pescoço. O cabelo puxado num coque alto improvisado, com algumas mechas caindo soltas.
Meia hora depois, a sala já estava um caos controlado: panos, baldes, cheiros de produto cítrico, música tocando num volume que só vizinho rico aguenta, porque se dependesse de Malu, o volume estaria no talo.
Quando a fome bateu, ela simplesmente abriu o app e pediu comida japonesa.
— Faxina merece sushi. É lei. — murmurou.
Assim que recebeu a notificaçã