O avião pousou pouco depois das seis da manhã, e Dorian ajeitou o casaco no ombro de Francine enquanto seguiam pelo terminal.
— Conseguiu descansar um pouco? — perguntou, a voz grave ainda rouca do sono.
Ela bocejou e esticou os braços.
— Eu dormi quase o voo inteiro, pra ser sincera. Voar de primeira classe ajuda, né? Se todo mundo tivesse travesseiros assim, ninguém brigava com ninguém.
Ele riu baixo, balançando a cabeça.
— Vou anotar isso pro manual da paz mundial.
Assim que saíram do aeroporto, o carro os levou até o hotel reservado por Dorian, um cinco estrelas com vista direta para a Torre Eiffel.
Quando o porteiro abriu a porta da suíte, Francine deu dois passos para dentro e parou.
O quarto era maravilhoso, com cortinas de linho branco balançando suavemente com o vento, o aroma sutil de lavanda no ar e móveis em tons claros, entre o bege e o dourado.
Mas nada disso realmente importava.
O que roubava o fôlego era a vista.
Da varanda, a Torre Eiffel se erguia majestosamente, dou