Quanto mais o carro se aproximava da mansão, mais o coração de Francine batia como um tambor dentro do peito.
O som do motor misturava-se ao latejar em seus ouvidos, tornando impossível distinguir onde acabava a realidade e começava o desespero.
Uma fagulha de esperança, quase infantil, brilhou dentro dela quando ouviu o som metálico e arrastado do portão automático se abrindo.
Era ele. Era Dorian.
O farol do carro iluminava a fachada imponente, e por um segundo ela acreditou que esta