Mundo ficciónIniciar sesiónLa curiosidad mató al gato, Srta. Adams.” Mi cuerpo se tensa. Me doy la vuelta lentamente para ver al Sr. Parker de pie frente a mí, con las manos en los bolsillos de su pantalón. Me muerdo el labio. Pensé que estaría enojado, pero cuando lo miro, su rostro está impasible. Entonces comienza a caminar hacia mí, y yo retrocedo. Esto continúa hasta que mi espalda toca la puerta. Luego pone una mano en mi costado, inclinándose hacia adelante, cerca de mí. “¿Cuál es la regla número tres, Srta. Adams ?” Su rostro está extremadamente cerca del mío y me déjà sin aliento. No puedo responder a su pregunta, demasiado concentrada en la distancia que nos separa. “Te hice una pregunta, Srta. Adams,” repite. “Que hay zonas prohibidas en la casa a las que no debo ir.” “Parece que recuerdas las reglas. Esta habitación es una de esas zonas prohibidas. Así que la próxima vez, piensa antes de meterte en problemas.” Fijo mis ojos en los suyos. Estoy perdida en esos ojos color mar. Ningún otro hombre me ha desconcertado tanto como el Sr. Parker. Estoy nerviosa en su presencia. No sé qué es, pero este sentimiento es diferente. Un sentimiento que nunca he sentido por nadie. “¿Entendido ?” dice él de nuevo. Asiento con la cabeza. “Sí, Sr. Parker.” Liam Parker, millonario de 25 años. Arrogante, guapo, implacable, lo único que le importa es su hijo y su trabajo. Bella Adams, joven mujer sencilla y extrovertida de 24 años, que vive con su niñera en un orfanato. ¿Qué sucederá cuando Bella se convierta en la niñera del hijo de Liam ? Descúbrelo en la historia…
Leer másEstava colhendo batatas no vale quando ouvi barulhos estranhos. Olhei para cima e vi fumaça e algumas pessoas correndo.
Já tinha escutado algo sobre a possibilidade de nossa província ser invadida, mas eu não acreditava que isso realmente chegaria ao nosso vilarejo tão remoto.
Trabalhávamos praticamente dia e noite. Parte da produção precisava ser enviada à capital — essa parte era a maior parte.
Não importava se a produção tivesse sido boa ou suficiente. Se eram mil sacas de batatas, então mil sacas seriam entregues. O que sobrava era dividido entre a comunidade. O trabalho era comunitário.
Com o pouco que ficava, alimentávamos primeiro os que trabalhavam, depois as crianças e os idosos.
Eu sempre deixava a parte que me cabia para meus avós, pois o que cabia a eles era tão pouco que não dava nem para matar a fome.
Dizem que há outras províncias que não vivem como nós, mas eu não acredito. Governantes são sempre governantes: mandam, exploram sob a desculpa de proteger-nos — mas, na verdade, isso nem passa por suas cabeças.
A propósito, sou Rosana. Meu nome é estrangeiro e nem sei bem de onde vem. Meus pais viram esse nome em um pedaço de jornal que estava no meio de alguns agasalhos enviados pelos agentes do governo. No jornal dizia que Rosana significava “rosa graciosa”.
Ah, não pense que o governo era muito generoso. Não tínhamos dinheiro, e o que eles nos enviavam em “troca” pelos alimentos mandados à capital eram poucas peças de agasalhos — que não serviam para todos, não tinham tamanhos certos e nem eram suficientes para aquecer ninguém.
Quando éramos crianças, minha avó pegava um agasalho de adulto, desmanchava e fazia roupas para nós. Aproveitava cada pedaço. Eu aprendi isso com ela.
Meus pais morreram e eu fiquei muito pequena com ela. Meu avô morreu logo depois dos meus pais, então ficaram só eu e ela. Meus tios às vezes nos ajudavam, porque tínhamos que cultivar a terra. Caso contrário, deixaríamos de ter até o pouco que tínhamos.
Agora era outono. Estávamos na época da colheita. Ela precisava ser feita o mais rápido possível, pois logo o inverno chegaria, e as colinas e os vales ficariam brancos de neve.
Subi me esgueirando entre os pessegueiros e vi homens fardados — mas eu não os reconhecia. Não eram agentes do governo. Pareciam ainda mais truculentos.
Mulheres e crianças estavam apavoradas em um canto. Os homens, no chão com as mãos na cabeça. Algumas meninas mais velhas estavam sendo levadas por um soldado.
Quem eram aquelas pessoas? Não demorou muito para eu descobrir que eram soldados da província vizinha. Aquilo que eu pensava não acontecer, aconteceu.
Me escondi entre os pessegueiros. Não conseguia ouvir bem o que diziam, embora parecessem gritar.
Fiquei ali, sem saber o que fazer, até que todos foram colocados em carros abertos (jipes) e caminhões. Eu também nunca tinha visto aqueles tipos de veículos no vilarejo. Na verdade, quase não víamos nada novo por aqui.
Depois que todos foram, esperei um pouco e só então saí com cuidado. Não sabia se ainda havia soldados por perto.
As casas estavam vazias e reviradas. Comecei a chorar, sem saber para onde tinham levado todos. Tudo que restou foram cacos e trapos espalhados pela vila.
Rosana saiu carregando um agasalho que encontrou e alguns pães, e também os levou. Correu noite adentro por entre os pessegueiros, passou por dentro de alguns arrozais até encontrar o velho casebre onde se escondia quando era criança.
Rosana era magra, seus cabelos muito lisos e negros como a noite. Seus olhos eram amendoados e castanhos, seus cílios, longos e espessos.
Ela estava cansada e acabou dormindo no chão, abraçada com os pães que sobraram.
— Que beleza, olha só — disse um soldado parrudo e desajeitado.
— O que tem aí? — perguntou outro soldado, de patente superior.
— É uma garota. Será que está morta? — questionou o primeiro.
O soldado grosseiramente chutou as pernas de Rosana, que acordou assustada.
— Levante-se! — ordenou ele, encostando uma pequena katana curta em seu rosto.
Rosana se encolheu ao ver os homens. Um a olhava com curiosidade, o outro com rudeza.
— Já mandei se levantar, é surda? — gritou o homem grosseiro.
Ela se levantou timidamente, olhando para o chão. O homem a puxou pelo braço e a lançou no meio da terra.
— Ande! — disse ele, apontando a direção com a espada.
Ela se levantou e caminhou com medo de ser executada pelas costas.
— O que faremos com ela, senhor? — perguntou o soldado bobalhão.
— Vamos levá-la ao primeiro sargento — respondeu Soti, que era apenas cabo, mas se achava um general.
Eles caminharam por um bom trecho. Depois, os dois homens pegaram uma corda no jipe e amarraram as mãos de Rosana, deixando uma ponta sobrando. Entraram no carro e começaram a puxá-la pela estrada.
Às vezes, ela não conseguia acompanhar e caía. Eles então diminuíam a velocidade para que ela se levantasse e continuavam puxando-a, até chegar onde os moradores do vilarejo estavam concentrados.
Quando viram a forma como Rosana foi trazida, muitos se assustaram. Seus cabelos estavam bagunçados, o rosto molhado de suor e coberto de poeira. Os joelhos, pés e mãos estavam feridos.
Ela era uma boa menina. Sempre ajudava todos no vilarejo. Era querida por todos. Desde que a avó morrera recentemente, todos cuidavam um pouco dela.
Rosana estava exausta, mal conseguia ficar em pé. Suas pernas fraquejaram e ela caiu como uma boneca de pano.
— Senhor! Encontramos uma rebelde e a trouxemos — disse Soti, orgulhoso de si.
— E como ela é? — perguntou o primeiro sargento Raoni, sem se virar para olhar o subalterno.
— É jovem e muito bonita. Parece obediente — respondeu Soti, os olhos brilhando ao imaginar Rosana.
— Traga-a para mim — disse Raoni, enquanto terminava de lavar a lâmina de barbear numa pequena bacia com água.
CAPÍTULO 88— ¿Qué quieres decir ?— ¿Qué quiero decir ? — Siento que las lágrimas comienzan a formarse en mis ojos. — Pasas todo el día con Brittany. Sales temprano al trabajo todos los días para verla y dices que soy tuya. ¿Por qué juegas con mis sentimientos ?— ¿Bretagne ? ¿De dónde viene ella ?— Déjà de pretender que no entiendes lo que digo.— No, realmente no entiendo lo que estás tratando de decir.— Sé todo, Liam. Sé que te gusta Bretagne.— ¿Bretagne ? — pregunta confundido.¿Puede parar con este juego ?— ¡Jesús ! ¿En qué estás pensando, Bella ? — Liam toma una respiración profunda.— Para eso, Liam. Déjà de hacerte el tonto — digo con la voz quebrada.Liam me mira durante un momento y luego dice :— No hagamos esto aquí, Bella, vayamos a casa.— No quiero ir a ningún lado contigo — digo mientras me alejo de él.Me agarra la mano.— Te dije que no hagamos esto aquí.— Déjame ir.— No tienes a dónde ir. Ven conmigo — dice, tirándome hacia él y obligándome a sentarme en el c
**CAPÍTULO 87**“¿Celoso, Sr. Parker ?” dice Lucas.¿Celoso ? ¿Él ? ¡Vaya ! ¿Estás bromeando, Lucas ? Estaría celoso si fuera Brittany y no yo.“¿Qué haces aquí, Lucas ?” pregunta Liam.“Puedo ir a donde quiero, cariño, y además este hombre mayor me invitó.”Liam pone los ojos en blanco.“Mira quién tenemos aquí.” Una voz llega desde detrás de nosotros.Me doy vuelta para ver a un hombre mayor y una señora. Liam les sonríe. Ambos se acercan hacia nosotros.“Liam, es un placer tenerte aquí. Realmente no esperaba que vinieras.” Dice el hombre mayor.Liam sonríe. “Tenía que venir, Sr. Walker.”“¿Oh, es tu esposa, Liam ?” pregunta la señora.“Sí.” Responde Liam.Sonrío y digo : “Bella Parker. Encantada de conocerlos.”“Bella, qué bonito nombre.” Declara la Sra. Walker. “Y tú también eres muy bonita hoy, cariño.”“Gracias, Sra. Walker.”“Oh, cariño, no me llames así. Puedes llamarme Iris.”Asiento con la cabeza.“Disfruten de la fiesta los dos.” Dice el Sr. Walker.“Lo haremos.” Responde L
**CAPÍTULO 86**— No la he matado. No sé nada sobre su muerte. — Dice entre lágrimas.— Eres el peor hijo que una madre podría tener. La mataste, ella no esperaba que su propio hijo la atara solo por dinero.— Tienes mucho dinero, así que no sabes lo que es ser pobre. — Dice apretando los dientes.— Tengo mucho dinero, pero si no lo hubiera tenido, nunca hubiera elegido este camino, al menos. Deberías avergonzarte. — Luego miro a Asher. — ¿Tienes la grabación ?Él asiente. Ha estado grabando todo lo que Seth ha dicho durante todo este tiempo.— Dásela a la policía y entrégasela. — Ordeno y me levanto de mi asiento.Me abrocho el abrigo, me voy cuando Seth grita :— ¿POLICÍA ? — Se burla. — ¿QUÉ LES VAS A EXPLICAR SOBRE TODA ESTA SANGRE, SEÑOR PARKER ?Sonrío y me giro. Metiendo las manos en los bolsillos de mi pantalón, digo :— Soy Liam Parker. ‘El’ Liam Parker. No necesito explicar nada a nadie sobre mis acciones. Espero que disfrutes de tu celda. Vas a quedarte allí mucho tiempo.C
**CAPÍTULO 85**Ella se queda en silencio.— ¿ESTÁ CON TÍ ? — grito esta vez.— Oh, la señora Parker se está volviendo muy posesiva. De hecho, estaba conmigo hace un minuto y estábamos pasando un buen rato, luego dijo que tenía trabajo, así que regresará en diez minutos.Ella es la razón por la que él se fue temprano.— Si quieres, le puedo pasar el mensaje de que llamaste, pero más tarde. No quiero que su ánimo se arruine por tu culpa, se enoja mucho cuando alguien interrumpe nuestro momento, y otra cosa, no llames ahora, aprovechemos mientras podamos.Con eso, ella cuelga.No. Ella miente, ¿verdad ? No confíes en ella, Bella.Pero ¿por qué tiene el teléfono de Liam ? ¿Y dónde está él ?Todavía lo ama. No me quiere a mí, la quiere a ella.Nadie me quiere.Caigo al suelo y me deshago en lágrimas.— ¿Liam va a divorciarse de mí por ella ? ¿De verdad va a hacer eso ?**JEAN-FRANÇOIS**— Señor, lo tenemos. — Recibo una llamada de Asher y salgo inmediatamente de mi oficina.Finalmente lo
Último capítulo