O dia estava prestes a escurecer quando Caio entrou em casa com o rosto tenso. A carta ainda estava em suas mãos, amassada nas bordas. Ele havia lido o texto sozinho na varanda por alguns minutos, tentando entender se aquilo era apenas mais uma provocação... ou algo mais profundo. Seu coração batia rápido, não apenas pela raiva evidente, mas pelo que aquelas palavras insinuavam.
Bruna estava na sala, sentada no sofá com uma xícara de chá na mão, quando o viu entrar. O semblante dele a alertou d