O som das sirenes ainda ecoava na mente de Camila enquanto a ambulância cortava as ruas de São Paulo. Ela segurava a mão de Gabriel com todas as forças, sentindo a pele dele fria, o olhar apagado, mas ainda ali, lutando. Cada batida do coração de Camila parecia acompanhar o barulho apavorante das sirenes. O sangue na camisa dele não saía da mente dela. As palavras de Daniel, gritadas no evento, martelavam como uma sentença: “Era pra ela morrer! Ela destruiu tudo!”
Camila chorava, mas não conse