Quando entrei no quarto, a Sophie já estava lá impecável como sempre.
Usava um terninho claro, salto alto, o cabelo preso num coque baixo, e o tablet equilibrado nas mãos.
A diferença entre nós era gritante: enquanto ela parecia pronta pra comandar o mundo, eu era o retrato do caos controlado. E isso incluía o emocional.
Eu ainda sentia o perfume de Nathaniel no meu casaco, a lembrança da noite anterior queimando na pele e a mente girando com a ideia absurda ou talvez inevitável de que poderíam