Sentia o cheiro da Eliza impregnado na minha pele. Mesmo depois do banho, parecia que o perfume dela continuava comigo como se tivesse marcado cada parte do meu corpo, como se fosse impossível lavar aquela noite. E eu não queria. Era o lembrete mais real de que ela ainda era minha, de que o que vivemos não tinha acabado.
Fechei os olhos por um instante atrás da minha mesa, e tudo que me vinha era o calor da pele dela contra a minha, o olhar úmido pedindo certezas, o sussurro de que precisava de