O elevador da Bennet Crown fechou com um som metálico e, por um instante, tudo o que eu vi refletido no aço frio foi o meu próprio rosto. A raiva me queimava por dentro.
Eliza Bennet.
Ela não tremeu. Nem vacilou. Ela deixou que eu a beijasse e, por um segundo, tive a ilusão de que ainda era meu… mas então ela me olhou como se fosse eu quem estivesse no tabuleiro dela.
E talvez eu estivesse.
A coroa dela estava firme. O salto, impecável. Cada gesto dela gritava que estava no controle. E