O portão da mansão Bennet se abriu com o som usual e suave da engrenagem, mas, mesmo depois de tantos anos, cada retorno carregava o peso de uma visita a um teatro de guerra disfarçado de lar. O motorista estacou o carro em frente à entrada principal, onde a fachada neoclássica permanecia imponente como sempre. Fria. Impecável.
Assim que desci, minha mãe já me esperava no topo da escadaria. Usava um vestido creme de linho, o cabelo preso num coque perfeito, como se cada fio fosse controlado com