O dia seguinte amanheceu com céu azul, café quente e um e-mail na caixa de entrada de Helen com o seguinte assunto:
“Solicitação de conversa confidencial – Segurança do edifício.”
Helen encarou a tela com a expressão de quem acabou de engolir um cubo de gelo.
— Ah, não. — murmurou. — Não, não, não.
Abriu o e-mail. Era educado. Formal, até gentil. Mas continha as palavras “filmagens de rotina”, “ativação não autorizada do botão de parada do elevador” e o temido “identificamos sua presença no mom