Pela sétima vez, a chamada cai na caixa postal. A voz séria e meticulosamente ensaiada de Kabir me recebe após o bip:
“Aqui é o Akshay. Deixe seu recado que retornarei assim que possível.”
— Kabir — rosno seu nome contra a tela do celular — é bom você me atender. Eu preciso falar com você!
Desligo a ligação e encosto a testa na parede, tentando conter os nervos. Respiro fundo, forçando o controle sobre minhas emoções, lutando contra as lágrimas que ameaçam surgir. Fecho os olhos com força.
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