O primeiro som que ouvi foi o chilrear insistente dos pássaros. Depois, o leve estalar dos galhos ao vento. E, por fim, o suave som da respiração de Bennet atrás de mim.
Ainda estávamos no tapete da sala.
Meus olhos se abriram devagar, como se minha alma quisesse continuar por mais tempo naquele espaço onde a realidade parecia não existir. A manta que Bennet havia estendido sobre nós mal cobria meus ombros nus, mas seu corpo colado ao meu era o suficiente para manter o calor, e me lembrar de tu