O corredor do hospital cheirava a desinfetante e nervosismo. O som das rodas da maca ecoava em minha cabeça como um tambor de guerra. Bennet estava deitado ali, imóvel, com um tubo de oxigênio no nariz e manchas de suor ainda úmidas em sua testa. Eu o seguia, mas parecia que ele estava sendo levado para outra dimensão, uma onde eu não podia entrar.
— Por favor, me deixem ficar com ele! — implorei, mas uma enfermeira me barrou com um gesto gentil.
— Só médicos agora, senhora. Por favor, aguarde