Assim que nos veem, Mamadi se levanta com rapidez, quase tropeçando nos próprios pés. Seus olhos grandes, inquietos, se arregalam com expectativa.
— Como ela está? Já posso vê-la? — pergunta sem rodeios, as mãos cruzadas contra o peito como se segurassem o próprio coração.
— Ela está bem, Mamadi — respondo, tentando oferecer um sorriso que não sei onde encontrar.
Ela solta um suspiro profundo, como quem volta a respirar depois de muito tempo.
Mas Baldi permanece sentado, a expressão tão imóvel