Niyati passou a noite entre o sono e a dor. Ela acordava reclamando de sede, às vezes choramingava por causa das pontadas no abdômen, onde os pontos da cirurgia ainda estavam frescos. Nós três nos revezamos em vigília ao lado da cama dela, para que, nem por um segundo, nossa menina ficasse sozinha.
Quando o sol finalmente atravessou as frestas da cortina, ela pediu para ver os avós. Não tivemos como negar. Na ala em que está agora, visitas familiares são permitidas em horários específicos, e o