Mamadi me encara como se eu fosse uma praga.
— Eu sempre soube que você estava mentindo — ela ri, mas é um riso sem alma. — Lembra, Kali? Quando me disse que amava seu noivo? Cobra! Naja!
— Mamadi, eu errei! — clamo. — Suniedy, quem nunca errou nessa vida?
— Eu não! — ela grita, os olhos em fúria. — Sempre fui um exemplo pra você! Uma mulher honrada! Uma mãe decente!
— Mas eu não sou a senhora! — grito de volta. — Eu errei, sim! Me julgue! Me despreze! Mas não castigue minha filha! Ela ama você