Me ajoelho diante do baú e o abro com um movimento lento, sem pressa. O ranger suave da madeira parece ecoar no silêncio do quarto, como se o tempo estivesse se curvando diante do momento. Dentro dele, há algumas fotos suas antigas, botões, conchas e papéis amarelados. Cada coisa parece ser carregada de história.
Há fotos nossas, de Niyati, de momentos felizes que ainda consigo lembrar, como se fosse ontem. Sorrisos congelados no tempo, mãos dadas, Niyati com bochechas gordinhas, sorrindo com o