Meus canalhas

KOEN FIORE

— Puta que pariu, Koen! Você é um sortudo do caralho! Uma gostosa daquelas, morando debaixo do seu teto? E aí? Já rolou? Eu larguei o copo na mesa com um baque, o barulho chamando a atenção de algumas mesas próximas.

— Não rolou nada, Lucas! Qual é o problema de vocês? Ela é a irmã do Cadu! Meu melhor amigo desde moleque. E ela acabou de perder tudo. Eu só estou ajudando.

Rafa, o mais sensato, interveio.

— Calma, gente. Koen tem razão. Não é legal se aproveitar de uma situação dessas. Mas…

Ele olhou para mim, com um brilho divertido nos olhos

_ …ter uma mulher linda morando com você por cinco meses e não poder tocar, deve ser uma tortura. É como ter um carro esportivo na garagem e não poder dirigir.

— Exatamente!

Bruno concordou, estalando os dedos.

— É uma barra, Koen. Mas a gente tem a solução perfeita para isso.

Olho para ele, desconfiado.

— Solução? Que solução?

Bruno sorriu, apontando discretamente com a cabeça para uma mesa um pouco à nossa frente. segui o olhar. Havia um grupo de mulheres, todas bonitas, rindo e conversando. Elas pareciam estar se divertindo, e de vez em quando, algumas delas olhavam na direção da nossa mesa. Uma delas, uma loira alta e peituda, com um vestido justo que realçava suas curvas, não disfarçava os olhares na minha direção. Seus olhos verdes brilhavam com interesse.

_ Como foi? Ela geme alto?

Eu larguei o copo na mesa com um baque, o barulho chamando a atenção de algumas mesas próximas.

— Não rolou nada, Lucas! Qual é o problema de vocês? Ela é a irmã do Cadu! Meu melhor amigo desde moleque. E ela acabou de perder tudo. Eu só estou ajudando.

Rafa, o mais sensato, interveio.

— Calma, gente. Koen tem razão. Não é legal se aproveitar de uma situação dessas. Mas…

Ele olhou para mim, com um brilho divertido nos olhos

_…ter uma mulher linda morando com você por cinco meses e não poder tocar, deve ser uma tortura. É como ter um carro esportivo na garagem e não poder dirigir.

— Exatamente!

Bruno concordou, estalando os dedos.

— É uma barra, Koen. Mas a gente tem a solução perfeita para isso.

Olho para ele, desconfiado.

— Solução? Que solução?

Bruno sorriu, apontando discretamente com a cabeça para uma mesa um pouco à nossa frente. segui o olhar. Havia um grupo de mulheres, todas bonitas, rindo e conversando. Elas pareciam estar se divertindo, e de vez em quando, algumas delas olhavam na direção da nossa mesa. Uma delas, uma loira alta e peituda, com um vestido justo que realçava suas curvas, não disfarçava os olhares na minha direção. Seus olhos verdes brilhavam com interesse.

— Esquece a abstinência forçada em casa, meu amigo.

Lucas sussurrou.

— A noite está só começando, e tem muita mulher bonita querendo se divertir. Olha ali a loira. Ela não tira o olho de você.

Senti um leve rubor no rosto. A loira era, de fato, muito atraente. Eu estava acostumado com esse tipo de atenção, mas depois de passar a última semana com Mel, a ideia de simplesmente "pegar alguém" parecia... vazia. No entanto, a provocação dos meus amigos e a tensão de ter Mel em casa, intocável, estava começando a cobrar seu preço. Eu era um homem. E um homem com necessidades.

— Ela está te comendo com os olhos, Koen. Vai lá!

Bruno incentivou.

— Você não precisa ficar em celibato só porque tem uma hóspede em casa.

Olhou para a loira novamente. Ela sorriu para mim,um sorriso convidativo que prometia diversão e ausência de compromisso. Era exatamente o que eu sempre busquei. E exatamente o que eu não podia ter com Mel.

Eu suspirou, pegando seu copo de cerveja.

— Vocês são uns canalhas.

— Mas somos seus canalhas

Rafa completou, rindo.

— E queremos te ver feliz, ou pelo menos, aliviado.

A noite continuou com mais cervejas e risadas. Eu tentei ignorar os olhares da loira, mas era impossível. A cada vez que nossos olhos se encontravam, ela piscava ou sorria. A tentação era grande. A necessidade era maior.

Por volta da uma da manhã, depois de mais uma rodada de cervejas e a insistência dos amigos, eu finalmente cedi. Eu me levantei, acenando para seus amigos.

— Vou ali dar uma volta.

— Uma volta com a loira, né?

Lucas provocou.

— Não esquece de nos contar os detalhes amanhã!

Eu apenas reviro os olhos e me dirijo à mesa da loira. Em poucos minutos,estava de volta, mas não sozinho. Estava conversando animadamente com a mulher, cujo nome descobri ser Bianca. Ela tinha uma risada contagiante e um jeito direto que apreciei.

A noite se estendeu em outro bar. E depois, em outro. Estava rindo, bebendo e flertando. Era o que eu sempre fazia. Era a minha zona de conforto. Era o Koen Fiore, o bombeiro galinha, o solteiro convicto. Mas, em algum momento da noite, enquanto Bianca contava uma piada e eu a observava rir, uma pequena voz na minha cabeça sussurrava o nome de Mel. A imagem dela, sentada em sua cama com o meu moletom, vulnerável e linda, surgiu em minha mente.

Eu balanço a cabeça, afastando o pensamento. Mel era a irmã do Cadu. E ela era apenas uma amiga.

Quando a noite finalmente chegou ao fim, e o relógio já marcava as quatro da manhã, eu me encontrava no banco do motorista da minha caminhonete, com Bianca no banco do passageiro. Ela me olhava com uma expectativa clara nos olhos.

— Sua casa, então?

Ela perguntou, com um sorriso sensual.

Ligo o carro, sentindo o álcool em meu sistema e a adrenalina da noite. Olho para a rua escura à frente. Não havia razão para não levá-la. Eu não tinha compromisso. Sou um homem livre.

Sou apenas Koen.

Sigue leyendo este libro gratis
Escanea el código para descargar la APP
Explora y lee buenas novelas sin costo
Miles de novelas gratis en BueNovela. ¡Descarga y lee en cualquier momento!
Lee libros gratis en la app
Escanea el código para leer en la APP