O som metálico da pistola de Gabriel deslizando pelo mármore foi como a batida final de um martelo em um leilão, selando seu destino. Kael sorriu, um repuxar de lábios feio e triunfante que não alcançou seus olhos de predador. Ele apertou mais o braço em volta de Lara, o cano da arma ainda pressionado contra a cabeça dela.
— Menino inteligente — sibilou Kael, o sotaque francês carregado de escárnio. — Agora a faca na sua bota. Chute-a para cá. Sem gracinhas.
Gabriel obedeceu, o movimento lento