Quando o corpo mente e o coração decide quem merece a verdade
AMARO CASSANI
Acabei de gozar. A sensação era mais um corte seco do que prazer — um alívio curto, mecânico, como quando se evacua algo que incomodava a garganta. Isabella ainda tremia sob mim, os cabelos grudados na nuca, o perfume barato misturado ao meu suor. Tive vontade de rir e de vomitar ao mesmo tempo. Aquela fúria que eu carregava por Vittório queimou como gasolina e transformou o ato em uma arma: possuí-la ali era mandar re