Fazia pouco tempo que eu havia chegado em casa, vinda da casa de Lara, após a festa da noite anterior.
Estava no meu quarto, estudando, quando o celular vibrou sobre a escrivaninha, interrompendo o som suave da chuva que batia na janela. Era um áudio de Lara.
— Isa! Se arruma, vai? A gente vai sair, só eu, você e umas amigas. Nada demais. Meu motorista passa aí em uma hora! — disse, com aquela empolgação contagiante que me fazia rir até nos piores dias.
— Ah, não sei, Lara... — comecei, hesitan