Ela ainda não havia desistido.
A paciência de Bruno, porém, já tinha chegado ao fim. De repente, ele se levantou da cadeira e caminhou em direção a Viviane.
Viviane engoliu em seco, recuando instintivamente dois passos até suas costas tocarem a porta fria. Suas mãos estavam tão suadas que pareciam escorrer.
— Se... Senhor Bruno... — Murmurou, tentando controlar a respiração.
Bruno estendeu a mão, a voz carregada de autoridade.
— Me entrega.
Num instante, o pânico estampou-se no rosto de Viviane.