O sol da manhã atravessava as janelas amplas do apartamento de Alex com um brilho acolhedor, iluminando os detalhes do espaço que, agora, havia se tornado também o lar de Nina.
Ela estava sentada no sofá com uma das mãos sobre a barriga, distraída com os movimentos suaves dos bebês. À sua frente, Alex caminhava de um lado para o outro com o celular na mão, revisando mentalmente os próximos passos do que estava prestes a acontecer.
Quando desligou a chamada, voltou-se para ela com a expressão de