A névoa da madrugada ainda pairava baixa sobre os campos quando Valesa despertou abruptamente. Seus olhos se abriram como se puxados por um fio invisível. Algo antigo sussurrava através dos ventos, como um sibilo que apenas os sensíveis à magia podiam escutar.
Em sua cabana, as ervas penduradas tremiam levemente, sem vento algum. Ela se levantou e foi até a tigela de pedra no altar. A água ali dentro fervilhava. Valesa franziu o cenho.
— Alguém está lançando alguma magia...
Ao mesmo tempo, Ey