O amanhecer chegou banhado por uma luz dourada, mas a atmosfera na alcateia Sombra Azul ainda era pesada como a bruma que se arrastava entre as árvores. Havia um silêncio estranho, como se o mundo aguardasse, contido, por algo que não tinha nome, mas era pressentido por todos.
Eyla observava a floresta da sacada da antiga torre de vigília. Seus olhos, agora marcados por um brilho violeta profundo, captavam nuances antes invisíveis. Desde sua transformação, tudo parecia diferente: os sons mais v