A porta da frente fechou-se com um clique suave. Carolina encostou as costas na madeira, um suspiro escapando de seus lábios enquanto um sorriso tênue e involuntário os curveava. O interior do carro ainda parecia real, o cheiro discreto da colônia dele, o calor do estofamento de couro, a intimidade. E a conversa... Christopher não era mais apenas o CEO imponente e inatingível. Ele era real, curioso, genuíno. Um frio na barriga advertiu-a. aquilo já não era apenas admiração profissional. Era um